PT 46 anos: legado, utopia e ousadia

O PT chega aos seus 46 anos, já não sendo um partido tão jovem. Na realidade, diante do espectro político brasileiro, comemoramos ser um dos partidos mais longevos do Brasil. Como diz o jargão popular, “idade não é documento”. Chegamos aos 46 anos com razões para comemorar sermos também um partido renovado: em programa, em tática e em seus quadros. Um partido que  carrega este legado mas diariamente precisa colocar uma pedrinha a mais no caminho do socialismo. E é esse ímpeto antissistêmico que faz o PT a cada aniversário ganhar maturidade – de quem aprende com seus erros e acertos – sem perder a jovialidade de quem é “de fora da ordem” – porque existimos, justamente, para transformá-la. 

O PT surge da luta contra ditadura, do movimento sindical, dos movimentos eclesiais de base, do movimento estudantil e  dos movimentos que estavam recuperando a legalidade: movimento de mulheres, movimento negro, entre outros. Um partido inédito na história do país porque é fundado por trabalhadores, para serem seus próprios representantes. É um partido que nasce para contestar a ordem e contesta em todos os paradigmas. O PT não é nem um partido do socialismo real e nem da social-democracia, é um partido do socialismo democrático. Não é um partido tipicamente de massas, nem um partido de quadros, é um partido de massas dirigentes. Nem um partido de correntes, nem do centralismo democrático, é um partido com direito de tendência. Não é um partido do “velho” sindicalismo, nasce do crescimento do “novo sindicalismo”. E foi essa rebeldia de não precisar de definição específica, ou afiliação à nenhuma internacional que reuniu as condições para que fosse o partido que mais transformou a vida do povo brasileiro. 

Considerando os partidos em atividade, o PT é o quinto ou sexto mais antigo, a depender da consideração que se faça sobre os desdobramentos do Arena. O mais antigo é o Partido Comunista Brasileiro, o Partidão (PCB) e o PCdoB, ambos que completam este ano seus 104 anos, tendo passado aproximadamente metade deste período na clandestinidade. Somos mais recentes apenas que o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que era legalizado na ditadura, que tem seus 60 anos, e que o Partido Democrático Trabalhista (PDT), que é refundado com a herança do trabalhismo com Brizola, em 1979. Se considerarmos que o Partido Democrático Social (PDS) é a herança do Arena, que depois muda novamente para Partido da Frente Liberal (PFL), para virar Democratas (DEM) e então, com a fusão do Partido Social Liberal (PSL), União Brasil (UB), também seria um partido mais antigo, fundado em 1965 pelo regime militar. E o Progressistas (PP), que surge de uma dissidência do PDS, que cria o Partido Progressista Reformador (PPR), que depois virá a ser Partido Progressista (PP) e finalmente Progressistas (PP), também, da mesma linhagem, logo, da mesma “idade”, embora Progressistas – nesta forma, cara e nome – seja de 2017, e União Brasil de 2022.

Os outros partidos são mais jovens. Em 1985, foram fundados o Partido Liberal (PL) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB). Já no fim dos anos 1980, em 1988, surge o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), de uma dissidência sobretudo de intelectuais paulistas e mineiros do PMDB. O Partido Popular Socialista (PPS) surge em 1992 de uma dissidência do PCB, e vira mais recentemente Cidadania. Ao longo dos anos 2000, surgem ainda novos partidos, como o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), em 2004, um racha do PT, já com seus 24 anos na época. O Partido Republicano Brasileiro, atualmente, Republicanos, é criado em 2005 a partir de uma organização de redes evangélicas, o Partido Social Democrático (PSD) em 2011, a partir de uma dissidência do DEM, reunindo quadros do PSDB, PMDB, PPS, entre outros. Neste mesmo ano surge o Partido Novo e, dois anos depois, a Rede Sustentabilidade. Mais recentemente, foram fundados Unidade Popular (UP), na ponta esquerda, e Missão, na ponta direita. Esses são alguns dos muitos partidos que temos no sistema partidário brasileiro. Fundar um partido novo pode ter um espírito de novidade; mas, nem sempre, carrega novas ideias. 

Não só comparando com os partidos atuais a longevidade do PT se destaca. Afinal, o período atual, embora tenha apenas 41 anos de democracia, já é o mais longo período democrático da história brasileira. Os Partidos do Império, Partido Liberal e Partido Conservador, viveram aproximadamente 50 anos e, o Partido Republicano, que carrega no nome a transição política, existiu aproximadamente entre 1870 e 1889, menos de 20 anos. Na Primeira República, os principais partidos eram batizados pelos estados que hegemonizaram a política brasileira, o Partido Republicano Paulista, que viveu de 1873 a 1937, logo, 64 anos, e o Partido Republicano Mineiro, que foi fundado apenas em 1888. No curto período democrático, entre 1945 e 1965, os partidos do campo varguista governaram, Partido Social Democrático (PSD), de Eurico Gaspar Dutra,  Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves e Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), de João Goulart e Leonel Brizola, com oposição liberal-conservadora da União Democrática (UDN), de Carlos Lacerda, Eduardo Gomes. Estes partidos, contudo, tiveram apenas os 20 anos deste período.

Com 46 anos, o PT está entre os 10 partidos mais longevos da história do Brasil.

A realidade no mundo, todavia, é bastante distinta. Os  períodos democráticos no Brasil foram curtos, impedindo a construção de partidos mais permanentes. Os partidos que polarizam a política nos Estados Unidos, Partido Democrata e Republicano, possuem 198 e 172 anos, respectivamente. No Reino Unido, o Partido Conservador no Reino Unido também é quase bicentenário e o Partido Trabalhista existe desde 1900. O Partido Social-Democrata Alemão possui 167 anos e o Partido Socialista Obrero Espanhol 147 anos. Muitos desses partidos passaram por períodos de clandestinidade, como o Partidão no Brasil, o PSD na Alemanha durante o período nazista, ou como partidos comunistas na América Latina. Outros, como o Partido Socialista Italiano, tiveram períodos longevos e sobreviveram à clandestinidade, mas foram dissolvidos diante de desafios modernos e tiveram de se reinventar. No caso do México, a crise do Partido da Revolução Democrática, que por mais de 20 anos protagonizou a esquerda no país, levou a sua perda de significância simultânea à ascensão do Morena, que surgiu de uma cisão do primeiro. A realidade de partidos mais longevos, em geral, está associada a países que tiveram menos descontinuidades em regimes democráticos. Mas sua sobrevivência política está associada à sua capacidade de se manter renovado e atualizado aos desafios de cada tempo.

Levando em conta a experiência global, o PT ainda é um Partido bastante “jovem”.

Mas afinal, o que é ser um partido “jovem”? E o que ser um partido jovem diz sobre um partido estar ou não conectado com a juventude?

Em primeiro lugar, um partido longevo tem o mérito de sua capacidade de sobrevivência. Em 46 anos de PT, não foram poucas as vezes e poucos os teóricos que pregaram que “o PT ia acabar”. Mas, como cantava nossa juventude na vigília de Curitiba, enquanto o presidente Lula estava preso injustamente, é preciso entender que “não dá pra acabar com o PT”. Sobrevivemos a grandes ataques, a momentos de intensa repressão, até mesmo tentativa de nos colocar na clandestinidade.

E resistimos. Por um lado, porque a própria experiência nos levou a acreditar que tínhamos que ter força e garra  para resistir e defender nosso legado. Mesmo jovem, o legado que construímos ao longo destes anos é  o da transformação do Brasil, da construção do primeiro partido verdadeiramente organizado por trabalhadores e que nunca deixou de estar  ao lado dos seus.

Por outro, porque o projeto do PT permaneceu jovem e capaz de mobilizar sonhos e lutas. Permaneceu capaz de organizar a reivindicação de um país que se indigna diante da desigualdade, que não aceita o descaso com os trabalhadores, nem a manutenção de privilégios que, antes do PT, nunca foram contestados. O PT surge “da necessidade sentida por milhões de brasileiros de intervir na vida social e política do país para transformá-la.” Este projeto não envelhece. Mas é preciso mantê-lo constantemente atualizado, com um programa que se renova a cada novo filiado que se encontra no PT . Por isso, é tão importante o processo de reflexão pelo qual o PT se propõe a passar  em 2026, com  seu 8º Congresso. Um processo de reflexão que nos coloque a elaborar, debater e atualizar o que nos guia, o partido que queremos. Qual o projeto partidário que devemos pautar? Como atualizamos o socialismo petista, de 1991, de 2007, de 2015, para 2026? O que é ser socialista em tempos de neoliberalismo, sem abrir mão da democracia num mundo em que os regimes totalitários se multiplicam?

Aprendemos e implementamos políticas públicas que revolucionaram a vida da população brasileira a partir do exercício da democracia. Radicalizamos a participação popular, e transformamos os brasileiros e brasileiras que antes não tinham voz em agentes da sua história e da história do Brasil. Provamos que comida, educação, saúde, trabalho, não são privilégios da elite, mas direitos de todos. Eliminamos a fome, democratizamos a educação, ampliamos imensamente o acesso à saúde, ampliamos o emprego e valorizamos o salário mínimo. Implementamos a reforma tributária da renda que sempre defendemos. Precisamos nos debruçar para estudar e renovar nosso Projeto de Desenvolvimento. Que se mantenha atual e preparado para os desafios do século XXI – da transição energética à inteligência artificial. Vivemos o mesmo mundo com novas tecnologias. Precisamos do mesmo partido, com novas (sem largar das velhas) preocupações. Um partido que fale da realidade concreta da classe trabalhadora brasileira, em especial, da juventude. Que fale pra fora. 

Combatemos o sistema que, por duzentos anos, oprimiu o povo pobre brasileiro. E isso nos fez – e faz – um partido que segue jovem, não importa quantos aniversários (esperamos que muitos!) comemoramos. Porque sempre manteremos renovado o espírito de lutar contra quem mata jovens pobres na periferia e se cala diante dos crimes na Faria Lima. Se os velhos remédios aplicados à segurança pública não trouxeram maior segurança para a população, e só reproduziram o racismo estrutural e a violência, precisamos de um novo programa, amparado na cidadania, educação, oportunidades e enfrentamento às raízes da criminalidade, inclusive o seu financiamento. Um programa partidário jovem, deve ser refletido em um programa de governo que olhe para os novos anseios da classe trabalhadora.

É verdade que a classe trabalhadora é uma só: aquela que não detém os meios de produção, e só pode vender sua própria força de trabalho. Para cortar cana, para produzir carro, para servir almoço, para dar aula, para atender doentes, para cuidar de idosos, para entregar uma comida ou conduzir um passageiro. Mas também  é verdade que as transformações na lógica de organização das empresas, e instrumentos que intermediam as relações capital-trabalho alteram a percepção sobre direitos e deveres. Precisamos entender as atuais formas de precarização do trabalho, como elas operam, e como garantir direitos para estes trabalhadores, de acordo com suas necessidades e vontades. Ser um partido jovem não é lutar contra a tecnologia, é saber usá-la e disputá-la – inclusive como instrumento de luta.

Somos contra um sistema que reproduz, com nova roupagem, antigas formas de exploração e escravidão da classe trabalhadora, em especial da juventude. Queremos construir um novo sistema, em que o direito ao lazer não seja um privilégio de poucos, mas um direito de muitos. Queremos um Brasil em que a juventude não tenha que “escolher” entre a informalidade e a jornada 6×1. Que o trabalho digno seja um direito, assim como o tempo livre. 

Defendemos um partido que se mantenha jovem para que mantenha sempre acesa a esperança com o futuro das novas gerações. Que tenha uma visão de desenvolvimento moderna, levando em consideração os desafios trazidos pela crise climática, como a transição energética. Mas que use estes desafios para um modelo de desenvolvimento amparado na tecnologia, que crie mais e melhores oportunidades de emprego para todas as regiões do país. 

Somos um partido jovem porque temos uma visão de futuro que leva todos esses fatores em consideração. E precisamos trabalhar para que isso seja apresentado na prática. Que compreenda o que são os meios e espaços de socialização da juventude. E onde houver injustiça; mas sobretudo, onde houver  solidariedade, é onde há de ter PT. Do culto ao pancadão, do comércio aos aplicativos, do campo às quebradas, das escolas às universidades.

Um partido jovem precisa ter jovens no interior e dia a dia de sua organização. É verdade que o PT mantém a participação de jovens nas instâncias de direção como obrigação, e que as cotas geracionais cumprem um papel fundamental não só em forjar quadros, como em garantir que novas vozes possam participar das decisões do partido. Mas também é verdade que há instâncias irregulares nesse aspecto.  As juventudes são múltiplas, os jovens são diversos e precisamos ir além. Um  partido que tenha participação efetiva de jovens, que as “cotas” não sejam apenas reserva de cadeiras, mas direito à decisão. Que as ideias novas não sejam vistas como inviáveis, ou que tudo de novo que surja não seja invalidado por “já ter sido tentado”. Em 46 anos, é cada vez mais improvável que surja uma ideia efetivamente nova. Mas se o presidente Lula e o ministro Haddad não tivessem tentado cobrar imposto do andar de cima “porque estamos há duzentos anos e nunca conseguimos”, nunca teríamos feito. Se tivéssemos aceitado que a fome era nosso destino, nunca a teríamos eliminado. Precisamos ser um partido que tenha experiência para não ser aventureiro, mas que não sufoque novas ideias por excesso de zelo ou  insucesso no passado.

Para isso, é preciso que haja arejamento verdadeiro das direções. Não podemos retroceder – como retrocedemos recentemente – nos esforços e regras para renovação. Três mandatos na mesma instância de direção partidária é demais, porque impede que o partido seja desafiado com novas ideias, novas propostas e novas pessoas. A vida e a força do PT vêm das múltiplas faces que o compõem. É preciso trazer diversidade para as instâncias partidárias e permitir que sejam cometidos novos erros e novos acertos.

Mas, quando olham para o PT e dizem “ah, o PT não se renova”, não é para nada disso que estão olhando. É porque veem na direita um Nikolas Ferreira, um Lucas Pavanato, e falam “e aí, cadê os do PT?”. E precisamos saber responder: somos muitos.

De norte a sul do país, temos candidatas e candidatos jovens que foram a grande surpresa da eleição que se elegeram. E muitos carregam a expectativa de serem os tais “campeões de votos” em seus estados. Para citar alguns exemplos, de jovens até 40 anos. No Rio Grande do Sul, Laura Sito e Natasha, deputada estadual e vereadora, respectivamente, devem sair candidatas com boas expectativas para eleição; Ana Julia Ribeiro deve estar entre os mais votados no Paraná, estado que também verá a vereadora Miss Preta disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Em São Paulo, Luna Zarattini, campeã de votos em 2024 na capital paulista, tem tudo para ser uma grande puxadora de votos caso saia candidata, Thainara Faria já é deputada estadual com grandes chances de reeleição e Duda Hidalgo, que conquistou uma vaga de suplente na última eleição e é a vereadora mais votada de Ribeirão Preto, tem tudo para se eleger; em Minas, Dandara já é uma das mais votadas deputada federal, e pode ampliar sua votação, assim como o deputado Miguel Angelo, como Pedro Rousseff, vereador de BH, que pode ampliar a bancada federal jovem; no Espírito Santo, a vereadora Açucena tem potencial de ter um bom desempenho pelo mandato que fez e resiste; no Distrito Federal, Gabriel Magno, deputado distrital, caminha para a reeleição com força renovada. No Mato Grosso do Sul, Camila Jara deve ser a mais votada, puxando a votação da bancada; na Bahia, Lucas Reis é um candidato que pode contribuir com a renovação da bancada baiana, assim como Xandó, vereador de Feira de Santana que disputará uma vaga na Assembleia Legislativa. Em Alagoas, destaque especial para Teca Nelma, vereadora de Maceió cujo mandato firme e atuante a coloca como forte candidata a deputada estadual. Na Paraíba, o secretário de Juventude do Estado, Pedro Matias, lança-se candidato a deputado federal, enquanto Flávio Brasileiro, com atuação no Governo Federal, disputará uma vaga na estadual. Em Pernambuco, Rosa Amorim e Kari Santos são grandes apostas para a chapa federal do PT; no Rio Grande do Norte, a vereadora Brisa, que sofreu grande perseguição ao seu mandato, sai muito fortalecida como candidata; no Maranhão, Cricielle Muniz, gestora no Governo Estadual, é o nome que desponta na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa; no Pará, Yuri Faro é um candidato muito forte para compor a bancada de jovens; Anne Moura, no Amazonas; Kleber Kapiruna no Amapá; André Kamai e Cesário no Acre. Entre muitos outros.

Mas por que a sensação então de que não temos um “grande nome” da juventude?

É certo que precisamos nos dedicar para que os novos nomes do PT se consolidem como nomes de referência para a esquerda no Brasil. Para forjar essas grandes lideranças, é necessário que estes jovens estejam vinculados à grandes lutas e movimentos. Cabe aos  jovens do PT organizar  o movimento pelo fim da escala 6×1, pela tarifa zero, pela universalização da creche, pela justiça tributária. Que não defendam as pautas apenas nas redes sociais, mas as traduzam em ação concreta no território.  É  importante ressaltar que a forma de organização da direita difere da organização típica do PT para eleições e disputa de corações e mentes: fazemos a nossa política com presença, constância e olho no olho.

O PT teve sim, muitos candidatos “puxadores de votos”. Em São Paulo, por exemplo, Eduardo Suplicy, João Paulo Cunha, Zé Dirceu, José Genoíno, já tiveram, cada um, votações superiores a 400 mil votos. Perfis que não se aproximam em nadados candidatos de direita de hoje, que surfam nas redes sociais. Isso porque o PT não se organiza de maneira majoritária para a disputa proporcional. É preciso impulsionar as lideranças e formar novos puxadores de votos, entendendo que, mesmo disputando as redes e novas tecnologias de comunicação, não devemos mirar nos métodos que funcionam na direita de proliferação de fake news e individualização da política.Justamente porque o PT é um partido vivo com militância orgânica e permanente. Nós temos o/a candidato/a do sindicato, o/a candidato/a dos professores, o/a candidato/a do bairro A, da região B, o/a candidato da juventude, do movimento de mulheres, do movimento negro. Não temos bala de prata; temos um movimento de trabalhadores, diverso como a própria classe trabalhadora. 

E o PT deve manter esta essência,  de ser um partido capaz de dialogar e disputar os segmentos da sociedade. Para que onde há trabalhador, haja PT. E onde há trabalhador organizado, haja também lideranças que possam disputar as eleições. Isso é coerente com a defesa histórica do PT do voto em lista. Um um partido forte e enraizado na sociedade, pode e deve apresentar candidatos e candidatas fortes, que disputem os votos de diversos segmentos. E que a identidade da sociedade seja com um partido. Quem acredita em um país mais justo, menos desigual, em que educação, saúde, trabalho e comida são direitos, acredita no PT.

Precisamos de democracia interna forte para que a renovação seja pujante. E que a lista partidária sirva para dar ainda mais espaço para essa renovação, com garantia de legenda para os mais jovens,  que serão as lideranças dos próximos anos do nosso partido.

Precisamos de um PT forte e organizado para defender um legado que se constrói a cada dia. E que não se envelhece, porque todos os dias alguém se filia ao PT e segue mantendo vivo nossos sonhos. Velho é o sistema que lutamos contra. O PT está de portas e braços abertos para quem acredita que é possível construir um Brasil mais justo, e por isso, quer se somar nas fileiras desta luta. 

Viva o Partido das Trabalhadoras e dos Trabalhadores, viva a Juventude Petista. 

Julia Köpf – Secretária Nacional de Juventude do PT

Arthur Grigolin – Secretário Estadual da Juventude do PT de São Paulo 

Alexandre Pupo – Secretário Geral do Organismo Internacional de Juventude para Ibero-América

Egle Maitê – Ex-secretária estadual da Juventude do PT de São Paulo

Ligia Toneto – Dirigente Nacional do PT e ex-secretária da Juventude do PT de São Paulo

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